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Vida de menino
Passos-MG
Outro dia, parei para observar as mulheres, só pude concluir uma coisa: Elas não são humanas!
Já viram como as mulheres conversam com os olhos? Elas conseguem pedir uma a outra para mudar de assunto com apenas um olhar. Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar. E apontam uma terceira pessoa com outro olhar. Quantos tipos de olhar existem? Elas conhecem todos... Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens! E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.
En-fei-ti-çam!
Existem vários tipos de mulheres:
As mães queridas pela responsabilidade, amor, carinho e educação, que além de carregar em seu ventre, com dor e sofrimento, passam pelo parto e depois, cuidadosamente, e satisfeita, tem o prazer e ainda mais amor para criar seu fruto.
As irmãs mais velhas, que sabem cuidar de seus irmãozinhos, e desde já, ensinam o caminho da sobrevivência e da comunhão, provando que a discriminação, preconceito e falta de reconhecimento de sua força, resulta de falta de instrução e baseia-se na ignorância.
A namorada, a esposa, a companheira, até mesmo as amigas; todas elas mostram que o mundo não teria o menor sentido e razão, não fosse a sua existência.
As mulheres são ANJOS em nossas vidas e poucos homens realmente sabem dar valor! Um dia podemos chutar, pisotear e cortar a mulher que está ao nosso lado, mas quando ela se vai, as coisas que sobram são lágrimas, ressentimento, saudades e dor.
Como os homens fariam planos, sonhariam, almejariam, teriam metas, sem a mulher entre eles? Simplesmente seriam incompletos.
Com tudo isso, é possível dizer que essas criaturas denominadas MULHERES não são DIVINAS?
Mulheres são as HEROÍNAS da vida, o SONHO dos homens, a VIDA do mundo, enfim, as mulheres são ESSÊNCIAIS e SUPERIORES a qualquer outro ser existente na face da terra.
É por esses e outros motivos que eu venho aqui, com muito orgulho dizer: MUlheres! Parabéns pelo seu dia! E embora ele seja comemorado uma vez por ano, todo dia é seu dia.
Entretedimento

O caso Isabella Nardoni refere-se à morte da menina brasileira Isabella de Oliveira Nardoni, de cinco anos de idade, que foi jogada do apartamento de seu pai localizado no sexto andar do Edifício London no distrito da Vila Guilherme, em São Paulo, na noite do dia 29 de março de 2008.[1]
O caso gerou grande repercussão nacional e, em função das evidências deixadas no local do crime, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, respectivamente pai e madrasta da criança, atualmente são réus de ação penal e respondem por homicídio doloso triplamente qualificado (art. 121, § 2°, incisos III, IV e V).
Nardoni foi encontrada ferida, no dia 29 de março de 2008, no jardim do edifício London, após ter sido jogada de uma altura de seis andares. No apartamento localizado na zona norte de São Paulo moravam o pai, a madrasta da menina e dois filhos do casal, um de onze meses e outro de três anos. A menina chegou a ser socorrida pelos bombeiros mas não resistiu e morreu a caminho do hospital.
O pai de Isabella teria afirmado em depoimento que o prédio onde mora foi assaltado e a menina foi jogada por um dos bandidos. Segundo divulgado pela imprensa ele teria dito que deixou sua mulher e os dois filhos do casal no carro e subiu para colocar Isabella, que já dormia, na cama. O pai da vítima teria descido para ajudar a carregar as outras duas crianças, respectivamente de 3 anos e 11 meses, e, ao voltar ao apartamento, viu a tela cortada e a filha caída no gramado em frente ao prédio. Entre o momento de colocar a filha na cama e a volta ao quarto teriam passado de 5 a 10 minutos, de acordo com o depoimento do pai.
Dias após, a investigação constatou que a tela de proteção da janela do apartamento foi cortada para que a menina fosse jogada e que havia marcas de sangue no quarto da criança.
No dia 31 de março, por volta das 9h30, horas depois de ser liberada pela perícia, Isabella foi enterrada no Cemitério Parque dos Pinheiros no bairro do Jaçanã, zona norte de São Paulo, por cerca de 200 pessoas, entre familiares e amigos. A imprensa foi impedida a acompanhar o enterro. Apenas imagem aérea feitas por helicópteros de algumas emissoras de TV filmaram o enterro. Do lado de fora do cemitério, o avô, José de Oliveira, afirmou após o enterro que a mãe da criança continuava em estado de choque e que não queria falar sobre o assunto ainda.[20] Mais tarde declarou que "ela (Isabella) adorava os pais, os outros avós eram maravilhosos com ela, não tem explicação o que aconteceu. Estão querendo culpar o pai, ele não tem nada a ver com isso. Ele pode ter todos os defeitos, mas isso aí não".[21]
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